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A cetamina é usado como anestésico há mais de 50 anos e foram notados efeitos anti-depressivos. A cetamina só é receitada para pacientes que estejam em picos de crise depressiva ou não respondam bem aos tratamentos convencionais.

Do G1, 08/11/16, em São Paulo

Vejam a reportagem completa exibida no programa Bem Estar – G1


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A Cetamina, também conhecida como escetamina, quetamina ou ketamina, é um anestésico, desenvolvido em meados da década de 60 e que tem sido investigado com um potencial antidepressivo de efeito rápido.

O tratamento é realizado em ambiente hospitalar com monitorização cardíaca (oximetria, ECG e medida de pressão sanguínea) e toda a aparelhagem necessária para quaisquer intercorrências. A sessão consiste em dose baixa com infusão endovenosa lenta, por 40 minutos. Durante todo o procedimento, o psiquiatra e o anestesista estão presentes e o paciente é monitorizado de forma adequada.

Alguns efeitos colaterais podem ocorrer durante a infusão, tais como, sonolência, agitação psicomotora, alteração da sensopercepção, taquicardia, aumento de pressão arterial e náuseas. Em geral, para aqueles que apresentam uma resposta, o efeito antidepressivo pode surgir após algumas horas do tratamento.

Ainda é considerado um tratamento experimental, mas pode ser uma opção para pacientes com depressão grave, refratária e casos que exigem uma ação rápida.

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