122017abr
A importância da família para os pacientes com depressão

De acordo com a OMS – Organização Mundial de Saúde, até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo e a segunda causa de mortes mundiais por doença, após as doenças coronárias. Os dados são preocupantes e refletem o alcance da doença. Quem sofre sabe o quanto essa condição é dolorosa e incapacitante, mas o sofrimento não é exclusivo de quem tem depressão, é também dos familiares e das pessoas que estão mais próximas, principalmente por não saberem como lidar com a doença.

E qual o papel da família? O que fazer para ajudar alguém com depressão?

A família é fundamental, pois é nela que o paciente encontra apoio e conforto. Seguem abaixo algumas dicas de como os familiares de pessoas com depressão podem agir. Vamos a elas:

A atitude mais importante é assegurar que a pessoa com depressão esteja em tratamento, e com um médico psiquiatra da confiança da família e da própria pessoa. Procure ajuda, não espere a doença piorar.

  1. Seja paciente. Muitas vezes a convivência com pessoa deprimida fica muito difícil, por isso, respire fundo e não perca a paciência.
  2. Entenda que depressão é uma doença, a pessoa não está neste estado porque escolheu estar assim. Por isso, o tratamento com médico psiquiatra é tão importante.
  3. Saiba ouvir, por mais cansativo que seja. É importante dar atenção à pessoa deprimida, mostrando a ela que você entende o quão difícil é esse momento. Aproveite e destaque a importância de cumprir o tratamento conforme as orientações médicas.
  4. Respeite. É importante saber respeitar o momento do paciente. Claro que você pode incentivar a pessoa a desenvolver alguma atividade, mas caso ela recuse, respeite. O que parece muito simples para uma pessoa saudável pode ser insuportável para quem está deprimido.
  5. Acompanhe o tratamento, esteja sempre em contato com o médico, avise-o se perceber mudanças bruscas. Verifique se a pessoa está seguindo o tratamento.
  6. Informe-se sobre a doença, leia sobre os tratamentos, consulte livros, acompanhe depoimentos de quem já passou por esta situação.
  7. Em momentos muito difíceis, em que você está esgotado e não sabe mais o que falar, ofereça seu carinho. Um abraço silencioso e apertado pode ajudar, e muito!
  8. Não esqueça de você. Cuide-se, tenha um tempo só para você e faça isso sem culpa.

Aqui no IPAN somos especializados no tratamento da depressão e, embora a doença não tenha cura, pode ser controlada com medicamentos, psicoterapia e, em alguns casos, com Estimulação Magnética ou Eletroconvulsoterapia. No entanto, para o êxito dos tratamentos, são fundamentais algumas mudanças no estilo de vida dos pacientes, como o fim do consumo de substâncias psicoativas (cafeína, anfetaminas e álcool, por exemplo), o desenvolvimento de hábitos saudáveis de alimentação, sono regular, redução dos níveis de estresse e atividades físicas. E vale lembrar que a manutenção do tratamento, assim como o acompanhamento da família, ajudam a prevenir recaídas e instabilidade emocional, contribuindo para a qualidade de vida do paciente e de sua família.

Se alguém de sua família está sofrendo de depressão, agende uma consulta: somos especialistas no tratamento da depressão.

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Quem já foi tratado no IPAN  

  • Melhor tratamento, mudou minha vida! Hoje sinto vontade de viver, de me arrumar para mim e não para os outros. Hoje me olho no espelho e me amo em primeiro lugar. Ótimos profissionais. Agradeço ao IPAN por existir e mudar minha vida.
    D. O., 31 anos

    Do lar, Santo André, 2017

  • “Devo à Estimulação Magnética Transcraniana mais do que eu jamais poderia pagar.” “Em menos de 6 meses de tratamento com EMT, eu pude me recompor após sofrer de depressão, ansiedade e tristeza por mais de 20 anos. A EMT estimula meu cérebro da melhor maneira possível – eu me sinto uma mulher mais confiante, mais forte, com melhora da autoestima”,...
    Michele Pagano, 35 anos

    Gerente, Greenwich, Conn., EUA, 2016

  • Os efeitos da estimulação magnética transcraniana (EMTr), para mim foram perceptíveis após a terceira sessão, e foram notórios, como um animal hibernado, saí para ver o dia e o vi radiante, em todas as suas formas e cores. O monstro voltara a adormecer, dando passagem a um E.P.N., em que usava como referência, a mim mesmo, sem ser acometido por...
    E.P.N., 30 anos

    Funcionário Público, São Paulo, 2016